Antes de começar, o software da VUNESP havia escaneado o QR code na folha de rascunho, verificado seu rosto por três ângulos diferentes e monitorado o ruído ambiente. Qualquer desvio — olhar para o celular, um segundo par de olhos na tela, até um fundo de tela diferente — geraria um alerta ao fiscal virtual.
, ela revisou as 12 questões que havia sinalizado. Mudou duas. Confirmou as outras. Sentiu o alívio de não precisar preencher um cartão-resposta com caneta esferográfica preta — ali, o próprio sistema impedia marcações duplicadas e destacava itens não respondidos em amarelo.
De repente, um pop-up vermelho piscou no canto direito da tela: O coração de Ana disparou. Ela ouviu um suspiro coletivo na sala — outros 40 candidatos no mesmo prédio, provavelmente com o mesmo problema. Foi um segundo de pânico puro. O roteador? A nuvem? A VUNESP?
Ana já tinha respondido 58 das 70 questões de múltipla escolha. O sistema era fluido, com design azul-marinho e letras serifadas, fácil de navegar. Ela adorava a funcionalidade de "marcar para revisão" — um pequeno ícone de bandeirinha ao lado da pergunta. Mas o que realmente a impressionava era o sistema antifraude.
— Faltam 10 minutos para o término da segunda parte. Verifique suas respostas — anunciou uma voz sintética, cortando o ar condicionado gelado.
Mas, antes que ela pudesse levantar a mão para chamar o fiscal, a conexão voltou. O cronômetro reiniciou no tempo exato: .
E que, no fim, o monitor era um software. Mas a ansiedade era muito humana. Se quiser, posso adaptar essa história para outros gêneros (terror, suspense, comédia) ou incluir mais detalhes técnicos sobre a plataforma VUNESP Digital.
